Novo Código Florestal começa a ser julgado pelo STF – por Michel Terpins

O STF – Superior Tribunal Federal começou a julgar as cinco ações propostas que tratam do Novo Código Florestal. Partidos, associações e a Procuradoria manifestaram-se em juízo a favor e contra o projeto de Lei 12.6651, aprovado em 2012 pelo Congresso e que já entrou em vigor. Quem noticia é o empresário Michel Terpins, sócio da companhia de reflorestamento ambiental Floresvale.

A alteração ocorreu em 2012, o que levantou discussões e indagações, como a do setor agropecuário, o qual avaliou a lei como algo que compromete a produção, desencadeando uma certa falta de segurança jurídica para quem investe no campo.

Michel Terpins destaca as posições dos ambientalistas e da ABC – Academia Brasileira de Ciências quanto a SBPC – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência contra as alterações por se tratar de medidas que podem enfraquecer a proteção ambiental no país.

As modificações que mais foram questionadas referem da redução obrigatoriedade das propriedades rurais de preservarem um espaço da floresta nativa, as Áreas de Preservação Permanente (APPs) e Reserva Legal. O Novo Código Florestal possibilitou que haja uma redução nas áreas obrigatórias de preservação, o que flexibilizou, por exemplo, o desmate áreas próximas às margens de rios e lagos, reporta Michel Terpins.

Ações julgadas

São cinco as ações que chegaram ao STF, sendo que duas delas pedem que o Supremo dê como inconstitucional partes do Novo Código Florestal. Essas duas foram feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

A PGR considera o Novo Código Florestal falho por não assegurar dois preceitos constitucionais, a preservação ambiental e desenvolvimento.

O advogado do PSOL, André Maimoni, disse que o partido se mostra a favor do desenvolvimento e dos negócios agropecuários, contudo seu posicionamento é contrário a proposta do código em relação a uso da terra.

Já o Partido Partido Progressista (PP) apresentou ação judicial para que o texto permaneça o mesmo que foi votado pelos congressistas. A ação pede que o Supremo se manifeste de forma favorável a Lei 12.6651, que passaria a valer de imediato, assim não haveria mais questionamentos em relação a sua interpretação.

Já a ação da Advocacia-Geral da União (AGU) pede a manutenção do Código Florestal. A AGU entende que as alterações feitas no texto trazem “equilíbrio da defesa do meio ambiente, da valorização do trabalho humano, da livre-iniciativa e da redução das desigualdades sociais”, reporta Michel Terpins

A Floresvale

A Floresvale é uma empresa que atua no manejo sustentável de áreas a partir do plantio de eucalipto. Fundada em 2009, a companhia que tem como sócios os irmãos Rodrigo e Michel Terpins fornece matéria prima para serraria no Vale do Paraíba, localizada na região Sudeste, entre os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

A empresa com sede em Pindamonhangaba (SP) possui o intuito intenção de desenvolver um polo madeireiro sustentável, que seja um facilitador para a geração de empregos e oportunidades na região. São mais de 5.000 hectares de florestas mantidas sob manejo, além da capacidade de comercializar mais de 3000 metros cúbicos/mês de toras com diâmetro acima de 0,30 metros.

 

Michel Terpins noticia sobre o Programa Reflorestar do Governo do Espírito Santo

Tanto por questões ecológicas como também por fatores financeiros, a conscientização acerca do meio ambiente tem se tornado um tema cada vez mais debatido. Por essa razão, diversas iniciativas estão sendo adotadas pelo poder público, e no Brasil, um dos grandes destaques é o Programa Reflorestar, do Governo do Espírito Santo, reporta Michel Terpins, sócio da empresa Floresvale, cujo foco é o reflorestamento ambiental na área do Vale do Paraíba.

O intuito desse programa promovido no estado do Espírito Santo é conseguir restaurar o ciclo hidrológico da região por meio da recuperação da cobertura florestal. Para isso, tem sido cada vez maior os estímulos e incentivos para que os produtores rurais utilizem práticas sustentáveis.

Até o ano de 2018, o objetivo é restaurar uma área de 80 mil hectares através de ações com foco na recuperação da vegetação nativa da região, de acordo com o que foi estabelecido pelo Governo do Espírito Santo em seu Planejamento Estratégico 2015/2018, informa Michel Terpins.

O Programa Reflorestar se destaca como a principal contribuição do Espírito Santo para o Desafio 20×20, um programa do qual fazem parte os países da América Latina e da região caribenha, e que foi firmado durante a Conferência das Partes (COP 20) de 2014, na qual os governos destes países se comprometeram a recuperar uma área de 20 milhões de hectares na região até 2020.

O Desafio 20×20 é apenas uma entre as diversas ações promovidas em âmbito global acerca do meio ambiente, sendo possível citar também a Declaração de Florestas da Cúpula do Clima de Nova York e o Desafio de Bonn, noticia Michel Terpins. Este último, por exemplo, tem o intuito de restaurar até 150 milhões de hectares até o ano de 2020.

No caso do Programa Reflorestar, a iniciativa pode ser adotada por qualquer proprietário de terras em áreas rurais do Espírito Santo, sendo que a prioridade são para os pequenos produtores rurais. Todas as informações sobre esse programa e o cadastro para fazer parte dele se encontram na página oficial da internet sobre a iniciativa.

Segundo a página do Governo do Espírito Santo, a cada ano, no período em que se inicia um novo ciclo do Projeto Reflorestar, irão ser anunciadas as novas metas e também quais serão as áreas com prioridade, para a partir de então, ser feita uma seleção entre os produtores rurais cadastrados na iniciativa. Esse anúncio será feito sempre no segundo semestre, lembrando que os participantes precisarão estar de acordo com o que for estabelecido no edital de convocação Seama/Reflorestar, reporta Michel Terpins.

Todos os participantes selecionados pelo Programa Reflorestar irão receber o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), feito em função do conjunto de benefícios obtidos com a conservação ou recuperação da floresta nativa, e também receberão um apoio financeiro, através do próprio PSA, com o intuito de ajudar na compra dos insumos necessários para o cultivo de novas áreas florestais, como por exemplo, adubo, mudas, material para cercamento, entre vários outros, informa o sócio da Floresvale, Michel Terpins.

 

Conheça a importância da recuperação ecológica desenvolvida pela empresa de Michel Terpins

O famoso “Desafio de Bonn” consiste em uma iniciativa ecológica internacional, firmada no ano de 2011 com o objetivo de recuperar uma área de 150 milhões de hectares desmatadas até 2020, e outros 200 milhões de hectares até o ano de 2030. No caso específico da América Latina e região do Caribe, os governantes assumiram a responsabilidade de restaurar ao menos 20 milhões de hectares, adotando assim o plano 20×20.

Ao todo, o planeta possui aproximadamente dois bilhões de áreas desmatadas, havendo, portanto, uma vasta quantidade de hectares degradados para serem restaurados. De acordo com os irmãos Michel Terpins e Rodrigo Terpins, que são sócios da empresa de reflorestamento, Floresvale, o que muitos não imaginam é que essa atividade, além de fazer a diferença para o meio ambiente, ainda pode ser lucrativa.

Segundo uma das diretoras da Society for Ecological Restoration, Bethanie Walder, apostar na recuperação ecológica é uma iniciativa vantajosa tanto no viés ecológico, como também no econômico. Em relação a esse tema, o World Resources Institute (WRI) estima que cerca de US$ 1,15 bilhão tenham sido investidos no plano 20×20 até o momento, dinheiro esse que pode trazer até US$ 23 bilhões de dividendos no decorrer dos próximos 50 anos, noticia Michel Terpins.

Para o “Desafio de Bonn” e o plano 20×20, o Brasil já declarou que planeja recuperar, reflorestar e incentivar a regeneração natural de uma área de 12 milhões de hectares até o ano de 2030. Com isso, o país deverá cumprir o que foi estabelecido pelo Acordo do Clima de Paris, um dos principais tratados ecológicos em âmbito internacional já firmados.

Um dos principais objetivos do Acordo do Clima de Paris é reduzir a emissão de gases poluentes na atmosfera, ação responsável pelo conjunto de mudanças climáticas que estão acontecendo no planeta, informa Michel Terpins. Isso significa que, ao restaurar áreas desmatadas, além de ser saudável para o ambiente, também irá ajudar na neutralização das constantes mudanças climáticas.

Porém, apesar de sua grande importância, até hoje muitas pessoas ainda não sabem o que é a recuperação ecológica. De acordo com a definição da Sociedade para a Restauração Ecológica, essa atividade consiste no processo de ajuda à recuperação de um ecossistema destruído ou danificado, reporta Michel Terpins. Em suma, essa iniciativa exerce um papel essencial para a reversão da perda da biodiversidade na Terra, sendo assim algo importante para a segurança da vida animal e, é claro, da vida humana.

A empresa Floresvale Reflorestamento surgiu no ano de 2009, e desde então vem atuando no manejo das florestas de eucalipto na região do Vale do Paraíba, que engloba os estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. A companhia, que tem entre seus sócios Michel Terpins e Rodrigo Terpins, é considerada atualmente como a maior de base florestal com foco na madeira sólida do eucalipto nessa região.

Entre as atividades da empresa, a Floresvale trabalha em prol de um polo madeireiro mais sustentável, com uma área de mais de quatro mil hectares de florestas manejadas, fazendo uso do excelente potencial para restauração ecológica dessa região.

 

Equipe que conta com a participação de Michel Terpins foi campeã em etapa do Rally dos Sertões

Em sua 25ª edição, o Rally dos Sertões contou com a vitória de Maykel Justo e Michel Terpins em uma das etapas da competição. Os dois competidores conseguiram alcançar o feito na cidade de Bonito, localizada no Mato Grosso do Sul em 26 de Agosto de 2017. Ingressantes na categoria denominada de Protótipos T1, os pilotos ainda passaram a figurar entre os cinco mais velozes do ano. Na classificação final, entretanto, ambos ficaram enquadrados na 4ª posição, tratando-se da segunda vez em que Justo recebe tal título e da primeira para seu companheiro.

Na disputa pelo título há cerca de quatro anos, Michel Terpins já pilotava o veículo T-Rex, mas nas outras vezes fora interrompido por alguns contratempos durante a competição. Em 2017, no entanto, ele viu-se em posição de vantagem, já que juntamente com o parceiro de disputa pôde até mesmo realizar algumas paradas para abastecimento. O piloto, que iniciou sua carreira no Rally dos Sertões há 10 anos, atuava inicialmente como navegador de seu irmão até que foi galgando novas modalidades.

Os dois competidores integram a Bull Sertões Rally Team, equipe cuja formação se deu em 2016. De acordo com a organização do evento, a dupla da qual Michel Terpins faz parte conseguiu manter-se com estratégia adequada ao longo de todos os dias de competição. Nessa edição, os dois partiram do estado de Goiás e foram até Mato Grosso do Sul, passando também por Mato Grosso em um trajeto de mais de 3 mil quilômetros. Pelo caminho, como já é de costume, os competidores encontraram obstáculos como poeira, rios e erosões no solo, mas concluíram a prova em 3 horas e 59 segundos.

Já Justo comemora sua 11ª vez na competição e, embora tenha percebido a edição como uma das mais difíceis, considerou que o carro dos dois foi bastante resistente ao longo de todas as provas. Ele ressaltou que muitos outros competidores sequer conseguiram completar os trajetos estipulados pela organização do evento. Campeão na etapa Pró Brasil, ele foi durante sete anos navegador em modalidades que envolviam caminhões, participando pela quinta vez em outro tipo de veículo.

Na edição de 2017 do Rally dos Sertões, Michel Terpins e os outros participantes puderam registrar um grau mais alto de dificuldade, algo que se estendeu até os últimos instantes das provas. Nesse ano, o evento contou com 280 pilotos inscritos juntamente com seus respectivos navegadores. As origens dos competidores eram das mais variadas, uma vez que as regiões brasileiras em sua totalidade tiveram representantes no torneio. Além disso, foram registradas participações de outras nacionalidades.

O interesse de Michel Terpins pela velocidade ocorreu juntamente com seu irmão, quando decidiram originar a equipe Bull Sertões Rally Team a fim de competirem no Rally dos Sertões. Respectivamente com 40 e 44 anos, eles disputaram provas com o veículo especialmente projetado pela MEM Motorsport, o que possibilitou com que concluíssem todas as diversas provas off-road dentro da competição. Em relação ao torneio ocorrido em 2017, algumas empresas forneceram patrocínios dos mais variados tipos.

 

Conheça os vencedores do Rally dos Sertões 2017 – Michel Terpins e Maykel Justo

Foto: Marcelo Maragni

Finalizar o Rally dos Sertões já é uma tarefa difícil, ser campeão então, é uma vitória para ser lembrada por toda vida. A etapa com chegada em Bonito, no Mato Grosso do Sul ocorreu em 26 de agosto e teve como campeões os paulistas Maykel Justo e Michel Terpins da equipe Bull Sertões Rally Teams (#322). Conheça um pouco mais da dupla e sua conquista.

Os dois participaram e venceram a categorias Protótipos T1, cruzando a linha de chegada com o T-Rex projetado e desenvolvido pela equipe MEM. Michel Terpins e Maykel Justo ainda ficaram entre os 5 mais rápidos da 25ª edição do rally, fechando em 4° na classificação geral.

Este é o primeiro título da carreira de Michel Terpins, atual líder, e o segundo de Maykel, que também foi campeão na categoria Pró Brasil no ano de 20014. O piloto destacou a estratégia da equipe para vencer, sempre priorizando as paradas e abastecimentos preventivos, mesmo sem a necessidade de parar.

O piloto também falou de como foi os últimos quatro anos nas competições quando começou a pilotar o T-Rex. Ele falou que sempre acontecia algo que lhe tirasse a vitória no Rally dos Sertões: “ Desta vez […] a gente estava com vantagem e depois eu tive mais quatro etapas para administrar com tranquilidade”.

A dupla foi formada em 2016 e mostrou-se rápida, consistente e com uma ótima estratégia para vencer os concorrentes. A Bull Sertões Rally Team teve uma ótima atuação durante os sete dias de prova pilotando o T-Rex por 3.300 quilômetros.

O percurso deste ano começou em Goiânia, capital de Goiás e percorreu cidades do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Do percurso total, 1.999,52 foram especiais formados por desafios como ersões, areião, travessias de rio, lama e poeira, muita poeira.

Com maestria, piloto e navegador contornaram todas as dificuldades do roteiro e se mantiveram em primeiro com vantagem. Na última etapa, de Aquidauana (MS) até Bonito com 420,78 quilômetros (Especial de 240,45), fecharam em terceiro na categoria Protótipos T1, com o tempo de 3h00min59s (11º na geral).

Essa é décima primeira participação de Maykel que afirmou ter achado o rally difícil, principalmente nas duas primeiras etapas, que exigiram muito dos competidores. Alguns não chegaram a completá-las: “nosso carro foi valente e mostrou seu potencial, o desempenho foi muito bom”, finaliza o vencedor.

O navegador sagrou-se bicampeão da prova. Em sete das edições participou na categoria caminhão e por cinco na categoria carros. Este é o segundo Rally dos Sertões ao lado de Michel Terpins.

A edição 20017 do Rally dos Sertões

Essa foi uma das mais disputadas edições do evento que contou com 280 pilotos e navegadores do Brasil e do mundo. Foram 161 veículos, nas categorias carros (cross country e regularidade), UTVs, motos e quadriciclos.

Confira o resultado final da categoria Protótipos T1

1° – Michel Terpins/ Maykel Justo (#322)

2º – Mauro Guedes / Neurivan Calado (#314)

3º – Paulo Pichini / Paulo Simões (#307)

4° – Gunter Hinkelmann/ Vinicius Castro (#348)

5°- Jorge Junior/ Joel Kravtchenko (#327).